A fintech da economia criativa — operação financeira regulada, pensada pra quem vive de criar.
A fintech da economia criativa. ANTI existe pra construir a infraestrutura financeira de quem cria — antecipar contratos, destravar dinheiro e devolver o tempo pra quem precisa estar criando.
ANTI existe pra construir a infraestrutura financeira da economia criativa. Uma que ainda não existe — porque a que existe foi pensada pra outra gente. Uma em que o dinheiro trabalha pra quem cria, em vez de obrigar quem cria a trabalhar pro dinheiro.
Operada dentro da DUX Digital S/A e regulada pela CVM, a ANTI antecipa contratos de publis, jobs e campanhas em até 24 horas. Analisa o pagador, não o score do criador. Aprova em uma hora, paga no mesmo dia, e devolve pro criador o que ele tem de mais raro: tempo pra continuar criando.
O brandbook traduz esse sistema em três partes: personalidade (manifesto, valores, tom de voz), identidade visual (logo, cores, tipografia, fotografia, motion) e arquitetura (como ANTI conversa com o Grupo DUX e o que vem a seguir).
Esta seção reúne a base conceitual da ANTI: visão, missão, valores, manifesto, arquétipos, tom de voz. É o que define a marca antes da forma. As partes seguintes — sistema visual, linguagem fotográfica, aplicações — derivam daqui.
Entregar soluções financeiras personalizadas aos agentes da economia criativa, com execução ágil e sem burocracia, focado em fomentar o mercado criativo.
Ser o banco nº1 em soluções financeiras para a Economia Criativa na América Latina até 2029.
Cinco princípios não-negociáveis que sustentam tudo que a ANTI faz — do produto à conversa.
A operação funciona antes de qualquer brincadeira.
Que toda alegação de marca tenha um fato operacional por trás. Que craft de produto, atendimento e processo sustentem o tom. Que provocação só apareça quando há substância pra defendê-la. Que não sejamos anti da boca pra fora.
A ANTI conhece a economia criativa por dentro e segue estudando todo dia. O sistema financeiro tradicional nunca quis entender como o criativo trabalha. A ANTI faz o contrário.
Estudar como o criativo realmente trabalha — os ciclos de pagamento de cada nicho (publi, audiovisual, evento, música, design), os contratos típicos, os pagadores recorrentes, as fricções específicas. Conversar com criador, agência, produtora, estúdio, evento — não como research, como interlocutor. Atualizar a leitura do mercado periodicamente, porque a economia criativa muda rápido (formato muda, plataforma muda, dinâmica de remuneração muda). Contratar gente que conhece o setor por dentro, não só por fora.
Toda crítica vem junto de uma defesa. Na prática: quem ataca banco precisa, no mesmo contexto, defender criador.
Quem está sendo defendido pela crítica? Quem ganha com ela? Que a ação que critica articule os dois lados — ataque e defesa — no mesmo contexto.
A gente não esconde e não tenta enganar. Se precisa traduzir, tá errado.
Toda informação relevante em primeiro plano, sem rodapé minúsculo, sem asterisco, sem jargão técnico evitável. Atendimento personalizado e linguagem que o cliente entende sem dicionário. Taxa, prazo e condições visíveis antes da confirmação da operação. Contratos com termos importantes no mesmo tamanho do resto do texto.
Não somos heróis. Não escondemos o que somos, expomos os problemas do mercado com honestidade e nos colocamos à disposição para tentar resolvê-los. Não enganamos o cliente com letras miúdas e informações escondidas, falamos o que outras marcas suavizam.
Dizer "não" sem suavizar quando a resposta é não. Nomear a categoria do motivo (pagador, prazo, valor) nas recusas. Reconhecer erro operacional em primeira pessoa. Declarar limitação real do produto. Falar do mercado financeiro com a mesma franqueza com que falaríamos com um colega da economia criativa. Não passar batom na sanguessuga.
Arquétipos são figuras psicológicas reconhecíveis — tipos com posturas distintas no mundo — usadas pra descrever como uma marca age, fala e decide.
O arquétipo fora da lei representa a figura que rejeita a ordem estabelecida quando essa ordem se mostra injusta, não faz mais sentido ou pensada pra excluir alguém. Não é rebeldia por capricho ou estética: é a postura de quem percebe que o sistema vigente deixa pessoas de fora, e decide operar contra essa lógica. Marcas como MTV, Vice, Apple são exemplos conhecidos do arquétipo aplicado.
Esse arquétipo faz sentido pra ANTI porque a marca nasce dessa exclusão. O sistema financeiro tradicional foi desenhado pra um cliente que não é o criador: salário fixo, histórico previsível, quem vive da criação fica de fora. O score lê errado, o gerente não entende o ofício, o produto não cabe no fluxo de quem trabalha por projeto. Uma agência espera 90 dias pra receber por uma campanha de uma semana; um criador é negado em uma linha de crédito porque não tem holerite. A ANTI existe porque essa exclusão é real. A escolha desse arquétipo, no nosso caso, não é uma escolha de tom — é a consequência de como a empresa enxerga o mercado financeiro pra economia criativa.
O Bobo da Corte é o arquétipo do trickster. É a figura que usa humor, ironia e jogo pra dizer o que ninguém mais consegue dizer com cara séria. Na corte medieval, era o único personagem com licença pra debochar do rei sem ser punido — porque o riso desarmava a ofensa. Aplicado a marcas, é o arquétipo de quem revela verdade incômoda pelo viés do humor: ridiculariza o que tá errado, expõe o absurdo de uma situação, quebra a expectativa. Marcas como Oatly, Liquid Death, Old Spice e o The Onion são exemplos conhecidos do arquétipo aplicado.
Esse arquétipo faz sentido como secundário da ANTI porque é o filtro que impede o Fora da Lei de ficar superficial. Sozinho, ele se torna raivoso, sério demais, sem auto-consciência — vira pregação. O trickster adiciona a camada que falta: a capacidade da marca rir de si mesma, reconhecer o próprio paradoxo (uma fintech regulada pela CVM que se chama ANTI) e desarmar a crítica antes que ela vire pose. Tem também uma função protetiva: o trickster maduro ridiculariza o sistema, não as pessoas.
A razão é estrutural. Fora-da-Lei é o porquê da marca — a tese anti-sistêmica que sustenta tudo: o nome ANTI, a missão, a operação que recusa o score. Bobo da corte é o filtro que impede o Fora da Lei de virar um adolescente. Bobo da corte sozinho é superficial, divertido sem ponto. Fora da lei sozinho também — revolta infantil contra o sistema. A combinação é o que amadurece a personalidade da marca.
Na execução do dia a dia, o Bobo da Corte aparece com mais frequência. Você não quer todo post sendo um manifesto contra banco. A maior parte do tempo é ironia, leveza. O Fora da Lei aparece nos momentos pivô — manifesto, hero, decisões fortes de produto, posicionamento institucional.
Provocação para nomear práticas do mercado financeiro que normalmente são tratadas como naturais.
A provocação tem destinatário (a prática, o sistema, o concorrente) e propósito (expor o que outros calam): taxas escondidas, prazos longos, recusa de crédito por falta de CLT.
ANTI usa a ironia para revelar a verdade. A piada precisa estar a serviço da tese.
Ridicularizar o sistema, expor o absurdo de uma situação, contrastar duas coisas incompatíveis. Não pode ser mero entretenimento. Somos um pouco caóticos, mas sempre afiados.
Sem juridiquês, sem romantismo publicitário. ANTI simplifica.
Dois registros opostos que cometem o mesmo erro: um se esconde por baixo da técnica, o outro se esconde por baixo da estética. Sem esconder informação relevante nas letras miúdas.
A confiança vem do que a marca sabe e do que entrega — não de tom inflado nem de proximidade forçada.
O leitor é tratado como igual em capacidade. ANTI não subestima a audiência, bem como não tenta enganá-la com estética, gírias bobas ou proximidade forçada.
Quebra regras sem pedir desculpa.
Questiona o que ninguém questiona.
Fala o que outros evitam. Topa não
ser unânime.
No texto: frase direta, sem suavizar. Provocação
com alvo claro. Tom de quem tá do lado de quem cria
— não de quem tá contra alguém.
Quando lidera: manifesto, hero, posicionamento
institucional, comunicação que critica o mercado financeiro,
recusa explícita, declaração de limites e princípios.
Usa humor como arma. Ironia com
tese, não pose. Ridiculariza o
sistema, não as pessoas.
No texto: sarcasmo leve ou ácido.
Comparação inesperada. Quebra de
expectativa.
Quando lidera: social media, microcopy,
reação a notícia ou cultura, copy do dia a
dia, momentos em que a marca precisa rir
de si mesma, textos curtos.
01. Formalidade excessiva e juridiquês
Construções complexas, latim, fórmulas legais usadas quando há alternativa direta. Distancia e protege, não comunica.
02. Romantismo publicitário e promessas infundadas
Adjetivos de impacto, superlativos vazios, claims maiores do que a entrega.
"Uma experiência transformadora, revolucionando a forma como o criador se relaciona com o dinheiro."
03. Explicação longa demais
Texto que repete, justifica em excesso ou explica o óbvio. Demonstra desconfiança no leitor.
"Sabe quando você é criador, fecha um contrato… A gente entende essa dor…"
04. Subestimar ou enganar o usuário
Fórmulas vagas para amaciar recusas, erros ou limitações reais. Em vez de explicar, evita.
"Não foi possível concluir sua operação no momento. Tente novamente mais tarde."
05. Abuso de gíria e humor forçado
Linguagem que projeta juventude ou pertencimento forçado. O "adolescente revoltado" que queremos evitar. Cuidado com trends.
06. Falsa solidariedade
Frases que simulam sociedade ou afeto em uma relação que é comercial.
"Estamos juntos nessa", "somos um time", "mais que clientes, somos parceiros."


Esta seção reúne os componentes visuais da marca: logo, cor, tipografia, grafismos, fotografia, motion, aplicações e parcerias. É onde a tese da seção anterior ganha expressão visual. Cada componente deriva dos princípios e do tom já definidos.
Esta seção define o uso do logo da ANTI: variações oficiais, área de respiro, tamanho mínimo e usos proibidos.
O smile veio primeiro. Não como mascote, não como sorriso de cliente, como máscara. Algo que você coloca em cima da cara de alguém e diz: pronto, agora você é Anti. Avatar. Capa. Identidade do @sejaanti. Depois veio a versão deturpada: o mesmo smile, mas com a piada exposta. Porque sorriso intacto é cara de banco. Sorriso quebrado é o sorriso que sabe que é máscara. Seguindo perfeitamente a ideia por trás dos arquétipos da marca.
Os dois círculos, smile e globo, lado a lado, não são acidente. Tem dois círculos no logo do Mastercard. Décadas sentado em cima de quase todo cartão que existe no mundo, e a iconografia entrou na cabeça de todo mundo. A gente pega dois círculos parecidos e troca o sentido. Mastercard te lembra que existe um cartão. ANTI te lembra que existe um sistema.
Os Smiles
Variações do símbolo Anti — quatro construções diferentes que mantêm a mesma DNA (sorriso, geometria circular, contraste). Usadas para diversificar peças, criar padrões e acentos visuais sem perder o reconhecimento da marca.
Comportamento por tamanho
A marca se reduz por etapas conforme o espaço encolhe. Da versão mais completa (vertical, com assinatura) até o ícone reduzido, cada step preserva o reconhecimento — mantendo o sorriso e a geometria circular como elemento de continuidade.
Área de respiro
A safe zone do logo equivale a altura do "A" do wordmark em todos os lados. A área de respiro é essencial para a clareza na leitura do logotipo em todas as suas versões.
Iconografia de apoio
Alguns ícones e visualizações criados durante o desenho do logo que farão parte do universo visual da marca.
A paleta da ANTI é dividida em duas cores principais (preto e verde) e duas secundárias (vermelho e branco). Preto e verde formam a base da marca em qualquer aplicação. O vermelho aparece como alerta pontual; o branco como respiro estrutural.
Preto e verde dominam a marca. Vermelho e branco entram em apoio — pequenos, pontuais, nunca como base. O quadro abaixo mostra a proporção ideal de uso.
Estas são as cinco aplicações de marca que mantêm a personalidade Anti em qualquer suporte.
O sistema tipográfico da ANTI usa quatro famílias com funções distintas. Neue Haas Grotesk Display como voz de impacto nos títulos, Inter como clareza no corpo de texto, Roboto Mono para dados e labels técnicos, e VCR OSD Mono como acento retro e irreverente — um eco da estética anti-sistema.
ANTI — a fintech da economia criativa.
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !
Neue Haas Grotesk Display é a fonte original da qual a Helvetica foi derivada — com mais personalidade, espaçamento mais refinado e presença visual que funciona muito bem em telas. A voz de impacto da ANTI: fria, técnica e com caráter.
ANTI — a fintech da economia criativa.
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !
A Inter é a voz padrão da ANTI — a tipografia de todo texto longo, todo cabeçalho, todo botão. Foi escolhida porque desaparece em serviço da clareza: neutra sem ser fria, legível em qualquer tamanho.
HEX #E9FC00
RGB 233 / 252 / 0
ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !
Roboto Mono aparece nos dados, labels e informações técnicas do sistema. Sua largura fixa cria ritmo visual em tabelas e especificações — é a fonte que faz os números parecerem precisos.
Neue Haas Grotesk Display→Helvetica Neue→Arial
Inter→Helvetica Neue→Arial
Roboto Mono→SF Mono→Menlo→monospace
VCR OSD Mono→Roboto Mono 700
Último recurso — manter peso forte
Algumas fontes não google que podem ser usadas pela equipe de design da marca em situações específicas.
Anti
Hell
We are DUX
A imagem da ANTI trata a atitude e o sentimento como protagonistas, sem sorriso comercial de stock images. Lugar real, luz e composição como decisão visível, textura muito bem-vinda. A iconografia de banco e fintech genérica (pessoa sorrindo com celular, mão sobre laptop, iluminação par sem sombra) não é o caminho. Inspiração forte e direta em fotografia de música e moda.
Nem sempre sorrindo, às vezes sério, irônico, contemplativo ou desafiante.
Fugir da fotografia clássica de stock photo que permeia todos os bancos, fintechs e afins. O rosto e a postura falam antes da legenda.
Rua, livraria, metrô, bar, sala com amplificador, backstage.
Onde a economia criativa acontece. Nunca cenário aspiracional genérico — o ambiente carrega a narrativa tanto quanto a pessoa enquadrada.
Fisheye, ângulos variados, simetria, enquadramento que usa o ambiente como moldura.
Brincar com as sombras ou reflexos. A imagem é construída, uma pitada de fotografia de arte. Não existe o ângulo "padrão".
Grão de filme, distorção de lente, riscos de chuva no vidro, flash, marcas de sticker, parede com história.
A imagem não é higienizada nem retocada à perfeição plástica. Imperfeição visual é sinal de autenticidade — não de descuido.
Anti não engana. Nunca devemos criar material com IA e tentar enganar nossos espectadores de que aquele vídeo foi filmado.
Para isso a relação visual com IA em vídeo deve buscar o surrealismo, criando uma imagética onde o sentimento principal vai ser "isso só seria possível com IA, e tudo bem". A referência nonsense das vinhetas da MTV pode guiar o processo aqui.
Recursos gráficos que ampliam a marca além do logo. Cada elemento carrega uma lógica própria e pode funcionar de forma autônoma dentro do ecossistema ANTI.
O smile como máscara
O smile é aplicado como máscara em cima de fotografias. Cobre o rosto e substitui o sujeito pelo símbolo da marca. Quem aparece na imagem vira parte do @sejaanti em vez de uma identidade individual. O movimento funciona assim: qualquer pessoa que vista o smile entra. A foto deixa de ser sobre quem está embaixo da máscara e passa a ser sobre a posição que essa pessoa decidiu ocupar. O personagem existe independentemente de quem está embaixo dele.
Os 4 olhos
O smile da ANTI tem quatro olhos. Quando esse mesmo recurso é aplicado fora do logo, o gesto é simples: pega uma imagem existente — foto, obra clássica, referência cultural — e adiciona mais um par de olhos onde já existe um. Os quatro olhos somam: a imagem original continua reconhecível, mas marcada pela nossa assinatura.
Mande os Bancos Tradicionais pro Inferno
Na campanha de lançamento: Mande os Bancos Tradicionais pro Inferno, embalamos os objetos mais clássicos do sistema financeiro tradicional e enviamos para a cidade de Hell, Michigan. Alguns dos elementos dessa campanha, bem como o conceito de atear fogo (metaforicamente?) no sistema vigente vão permanecer na marca e podem ser usados no contexto certo. Nós da Anti entendemos que a campanha de lançamento sempre vai fazer parte da nossa história e usar alguns conceitos dela pra se autorreferenciar sempre vai fazer sentido.
Referências práticas do que funciona e do que foge da identidade ANTI.
Use como guia rápido antes de aprovar qualquer peça.
Certo
×Errado
Certo
×Errado
Certo
×Errado
Certo
×Errado
Certo
×Errado
Certo
×Errado
A marca em movimento — aplicações reais que mostram a identidade ANTI funcionando no mundo.
Esta seção aborda a relação entre ANTI e o Grupo DUX: arquitetura de marca, elementos visuais compartilhados e diretrizes de coexistência entre as marcas do grupo.