ANTI®

ANTI Creative Finance,

A fintech da economia criativa — operação financeira regulada, pensada pra quem vive de criar.

Brand:
Year:
2026

A fintech da economia criativa. ANTI existe pra construir a infraestrutura financeira de quem cria — antecipar contratos, destravar dinheiro e devolver o tempo pra quem precisa estar criando.

ANTI existe pra construir a infraestrutura financeira da economia criativa. Uma que ainda não existe — porque a que existe foi pensada pra outra gente. Uma em que o dinheiro trabalha pra quem cria, em vez de obrigar quem cria a trabalhar pro dinheiro.

Operada dentro da DUX Digital S/A e regulada pela CVM, a ANTI antecipa contratos de publis, jobs e campanhas em até 24 horas. Analisa o pagador, não o score do criador. Aprova em uma hora, paga no mesmo dia, e devolve pro criador o que ele tem de mais raro: tempo pra continuar criando.

O brandbook traduz esse sistema em três partes: personalidade (manifesto, valores, tom de voz), identidade visual (logo, cores, tipografia, fotografia, motion) e arquitetura (como ANTI conversa com o Grupo DUX e o que vem a seguir).

Personalidade

Esta seção reúne a base conceitual da ANTI: visão, missão, valores, manifesto, arquétipos, tom de voz. É o que define a marca antes da forma. As partes seguintes — sistema visual, linguagem fotográfica, aplicações — derivam daqui.

Missão

Entregar soluções financeiras personalizadas aos agentes da economia criativa, com execução ágil e sem burocracia, focado em fomentar o mercado criativo.

Visão

Ser o banco nº1 em soluções financeiras para a Economia Criativa na América Latina até 2029.

Valores

Cinco princípios não-negociáveis que sustentam tudo que a ANTI faz — do produto à conversa.

01 / 05

Rigor por baixo,
irreverência por cima.

A operação funciona antes de qualquer brincadeira.

O que esse valor exige

Que toda alegação de marca tenha um fato operacional por trás. Que craft de produto, atendimento e processo sustentem o tom. Que provocação só apareça quando há substância pra defendê-la. Que não sejamos anti da boca pra fora.

02 / 05

Entender o ofício.

A ANTI conhece a economia criativa por dentro e segue estudando todo dia. O sistema financeiro tradicional nunca quis entender como o criativo trabalha. A ANTI faz o contrário.

O que esse valor exige

Estudar como o criativo realmente trabalha — os ciclos de pagamento de cada nicho (publi, audiovisual, evento, música, design), os contratos típicos, os pagadores recorrentes, as fricções específicas. Conversar com criador, agência, produtora, estúdio, evento — não como research, como interlocutor. Atualizar a leitura do mercado periodicamente, porque a economia criativa muda rápido (formato muda, plataforma muda, dinâmica de remuneração muda). Contratar gente que conhece o setor por dentro, não só por fora.

03 / 05

A favor, antes de contra.

Toda crítica vem junto de uma defesa. Na prática: quem ataca banco precisa, no mesmo contexto, defender criador.

O que esse valor exige

Quem está sendo defendido pela crítica? Quem ganha com ela? Que a ação que critica articule os dois lados — ataque e defesa — no mesmo contexto.

04 / 05

Sem letra miúda.

A gente não esconde e não tenta enganar. Se precisa traduzir, tá errado.

O que esse valor exige

Toda informação relevante em primeiro plano, sem rodapé minúsculo, sem asterisco, sem jargão técnico evitável. Atendimento personalizado e linguagem que o cliente entende sem dicionário. Taxa, prazo e condições visíveis antes da confirmação da operação. Contratos com termos importantes no mesmo tamanho do resto do texto.

05 / 05

Desconfortavelmente honesto.

Não somos heróis. Não escondemos o que somos, expomos os problemas do mercado com honestidade e nos colocamos à disposição para tentar resolvê-los. Não enganamos o cliente com letras miúdas e informações escondidas, falamos o que outras marcas suavizam.

O que esse valor exige

Dizer "não" sem suavizar quando a resposta é não. Nomear a categoria do motivo (pagador, prazo, valor) nas recusas. Reconhecer erro operacional em primeira pessoa. Declarar limitação real do produto. Falar do mercado financeiro com a mesma franqueza com que falaríamos com um colega da economia criativa. Não passar batom na sanguessuga.

Arquétipos

Arquétipos são figuras psicológicas reconhecíveis — tipos com posturas distintas no mundo — usadas pra descrever como uma marca age, fala e decide.

Arquétipo primário

Fora da Lei

O arquétipo fora da lei representa a figura que rejeita a ordem estabelecida quando essa ordem se mostra injusta, não faz mais sentido ou pensada pra excluir alguém. Não é rebeldia por capricho ou estética: é a postura de quem percebe que o sistema vigente deixa pessoas de fora, e decide operar contra essa lógica. Marcas como MTV, Vice, Apple são exemplos conhecidos do arquétipo aplicado.

Esse arquétipo faz sentido pra ANTI porque a marca nasce dessa exclusão. O sistema financeiro tradicional foi desenhado pra um cliente que não é o criador: salário fixo, histórico previsível, quem vive da criação fica de fora. O score lê errado, o gerente não entende o ofício, o produto não cabe no fluxo de quem trabalha por projeto. Uma agência espera 90 dias pra receber por uma campanha de uma semana; um criador é negado em uma linha de crédito porque não tem holerite. A ANTI existe porque essa exclusão é real. A escolha desse arquétipo, no nosso caso, não é uma escolha de tom — é a consequência de como a empresa enxerga o mercado financeiro pra economia criativa.

O fora-da-lei
  • Quebra regras sem pedir desculpa
  • Questiona autoridade o tempo todo
  • Fala o que outros evitam
  • Assume risco narrativo
Como isso aparece no texto
  • Frases diretas, sem suavizar
  • Uso de provocações
  • Tom de "a gente contra eles"
Arquétipo secundário

Bobo da Corte

O Bobo da Corte é o arquétipo do trickster. É a figura que usa humor, ironia e jogo pra dizer o que ninguém mais consegue dizer com cara séria. Na corte medieval, era o único personagem com licença pra debochar do rei sem ser punido — porque o riso desarmava a ofensa. Aplicado a marcas, é o arquétipo de quem revela verdade incômoda pelo viés do humor: ridiculariza o que tá errado, expõe o absurdo de uma situação, quebra a expectativa. Marcas como Oatly, Liquid Death, Old Spice e o The Onion são exemplos conhecidos do arquétipo aplicado.

Esse arquétipo faz sentido como secundário da ANTI porque é o filtro que impede o Fora da Lei de ficar superficial. Sozinho, ele se torna raivoso, sério demais, sem auto-consciência — vira pregação. O trickster adiciona a camada que falta: a capacidade da marca rir de si mesma, reconhecer o próprio paradoxo (uma fintech regulada pela CVM que se chama ANTI) e desarmar a crítica antes que ela vire pose. Tem também uma função protetiva: o trickster maduro ridiculariza o sistema, não as pessoas.

O bobo da corte
  • Usa humor como arma
  • Ironia para revelar verdades
Como isso aparece no texto
  • Sarcasmo leve ou ácido
  • Comparações inesperadas
  • Quebra de expectativa
A relação

Por que os dois juntos?

A razão é estrutural. Fora-da-Lei é o porquê da marca — a tese anti-sistêmica que sustenta tudo: o nome ANTI, a missão, a operação que recusa o score. Bobo da corte é o filtro que impede o Fora da Lei de virar um adolescente. Bobo da corte sozinho é superficial, divertido sem ponto. Fora da lei sozinho também — revolta infantil contra o sistema. A combinação é o que amadurece a personalidade da marca.

Na execução do dia a dia, o Bobo da Corte aparece com mais frequência. Você não quer todo post sendo um manifesto contra banco. A maior parte do tempo é ironia, leveza. O Fora da Lei aparece nos momentos pivô — manifesto, hero, decisões fortes de produto, posicionamento institucional.

Tom de Voz

Princípios
01 / 04

Provocativo

Provocação para nomear práticas do mercado financeiro que normalmente são tratadas como naturais.

O que isso significa

A provocação tem destinatário (a prática, o sistema, o concorrente) e propósito (expor o que outros calam): taxas escondidas, prazos longos, recusa de crédito por falta de CLT.

02 / 04

Irônico

ANTI usa a ironia para revelar a verdade. A piada precisa estar a serviço da tese.

O que isso significa

Ridicularizar o sistema, expor o absurdo de uma situação, contrastar duas coisas incompatíveis. Não pode ser mero entretenimento. Somos um pouco caóticos, mas sempre afiados.

03 / 04

Simples, direto e honesto

Sem juridiquês, sem romantismo publicitário. ANTI simplifica.

O que isso significa

Dois registros opostos que cometem o mesmo erro: um se esconde por baixo da técnica, o outro se esconde por baixo da estética. Sem esconder informação relevante nas letras miúdas.

04 / 04

Maduro, não superficial

A confiança vem do que a marca sabe e do que entrega — não de tom inflado nem de proximidade forçada.

O que isso significa

O leitor é tratado como igual em capacidade. ANTI não subestima a audiência, bem como não tenta enganá-la com estética, gírias bobas ou proximidade forçada.

Tom de voz e os arquétipos

Fora da Lei

Quebra regras sem pedir desculpa.
Questiona o que ninguém questiona.
Fala o que outros evitam. Topa não
ser unânime.

No texto: frase direta, sem suavizar. Provocação
com alvo claro. Tom de quem tá do lado de quem cria
— não de quem tá contra alguém.

Quando lidera: manifesto, hero, posicionamento
institucional, comunicação que critica o mercado financeiro,
recusa explícita, declaração de limites e princípios.

Bobo da Corte

Usa humor como arma. Ironia com
tese, não pose. Ridiculariza o
sistema, não as pessoas.

No texto: sarcasmo leve ou ácido.
Comparação inesperada. Quebra de
expectativa.

Quando lidera: social media, microcopy,
reação a notícia ou cultura, copy do dia a
dia, momentos em que a marca precisa rir
de si mesma, textos curtos.

O que não
fazemos

01. Formalidade excessiva e juridiquês

Construções complexas, latim, fórmulas legais usadas quando há alternativa direta. Distancia e protege, não comunica.

02. Romantismo publicitário e promessas infundadas

Adjetivos de impacto, superlativos vazios, claims maiores do que a entrega.

"Uma experiência transformadora, revolucionando a forma como o criador se relaciona com o dinheiro."

03. Explicação longa demais

Texto que repete, justifica em excesso ou explica o óbvio. Demonstra desconfiança no leitor.

"Sabe quando você é criador, fecha um contrato… A gente entende essa dor…"

04. Subestimar ou enganar o usuário

Fórmulas vagas para amaciar recusas, erros ou limitações reais. Em vez de explicar, evita.

"Não foi possível concluir sua operação no momento. Tente novamente mais tarde."

05. Abuso de gíria e humor forçado

Linguagem que projeta juventude ou pertencimento forçado. O "adolescente revoltado" que queremos evitar. Cuidado com trends.

06. Falsa solidariedade

Frases que simulam sociedade ou afeto em uma relação que é comercial.

"Estamos juntos nessa", "somos um time", "mais que clientes, somos parceiros."

Slogans e
Mensagens Chave

Manifesto

Id. Visual

Esta seção reúne os componentes visuais da marca: logo, cor, tipografia, grafismos, fotografia, motion, aplicações e parcerias. É onde a tese da seção anterior ganha expressão visual. Cada componente deriva dos princípios e do tom já definidos.

Iconografia de apoio

Alguns ícones e visualizações criados durante o desenho do logo que farão parte do universo visual da marca.

Iconografia 01
Iconografia 03
Iconografia 04
Iconografia 06
Iconografia 08
Iconografia 09
Iconografia 10
Iconografia 11
Iconografia 12
Iconografia 13
Iconografia 14

Cores

A paleta da ANTI é dividida em duas cores principais (preto e verde) e duas secundárias (vermelho e branco). Preto e verde formam a base da marca em qualquer aplicação. O vermelho aparece como alerta pontual; o branco como respiro estrutural.

Principal Preto
HEX #000000
RGB 0 / 0 / 0
CMYK 0 0 0 100
Pantone Black C
Principal Verde?
HEX #E9FC00
RGB 233 / 252 / 0
CMYK 8 0 100 0
Pantone 396 C
Secundária Vermelho
HEX #F61F3E
RGB 246 / 31 / 62
CMYK 0 87 75 4
Pantone 185 C
Secundária Branco
HEX #FFFFFF
RGB 255 / 255 / 255
CMYK 0 0 0 0
Pantone White

Hierarquia

Preto e verde dominam a marca. Vermelho e branco entram em apoio — pequenos, pontuais, nunca como base. O quadro abaixo mostra a proporção ideal de uso.

Principal · 40%
Preto #000000
Principal · 40%
Verde #E9FC00
Secundária · 10%
Vermelho #F61F3E
Secundária · 10%
Branco #FFFFFF

Combinações aprovadas

Estas são as cinco aplicações de marca que mantêm a personalidade Anti em qualquer suporte.

Verde sobre Preto
Preto sobre Verde
Preto sobre Vermelho
Vermelho sobre Verde
Branco sobre Vermelho
Vermelho sobre Preto
Vermelho sobre Branco

Tipografia

O sistema tipográfico da ANTI usa quatro famílias com funções distintas. Neue Haas Grotesk Display como voz de impacto nos títulos, Inter como clareza no corpo de texto, Roboto Mono para dados e labels técnicos, e VCR OSD Mono como acento retro e irreverente — um eco da estética anti-sistema.

Família Display

Neue Haas Grotesk Display

Uso Títulos, headlines,
peças publicitárias.
Pesos 300 / 400 / 500 / 700 / 900
Licença Adobe Fonts
(Creative Cloud)

ANTI — a fintech da economia criativa.

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !

Light 300 a fintech da economia criativa
Regular 400 a fintech da economia criativa
Medium 500 a fintech da economia criativa
Bold 700 a fintech da economia criativa
Bold 700 a fintech da economia criativa
Black 900 a fintech da economia criativa

Neue Haas Grotesk Display é a fonte original da qual a Helvetica foi derivada — com mais personalidade, espaçamento mais refinado e presença visual que funciona muito bem em telas. A voz de impacto da ANTI: fria, técnica e com caráter.

Família Texto

Inter

Uso Texto, interface,
títulos e leitura corrida.
Pesos 300 / 400 / 500 / 600 / 700
Licença Open Source
(SIL Open Font License)

ANTI — a fintech da economia criativa.

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !

Regular 400 Antecipamos o que já é seu.
Medium 500 Antecipamos o que já é seu.
SemiBold 600 Antecipamos o que já é seu.
Bold 700 Antecipamos o que já é seu.

A Inter é a voz padrão da ANTI — a tipografia de todo texto longo, todo cabeçalho, todo botão. Foi escolhida porque desaparece em serviço da clareza: neutra sem ser fria, legível em qualquer tamanho.

Fonte de Apoio

Roboto Mono

Uso Labels, dados,
especificações técnicas.
Pesos 400 / 500
Licença Open Source
(Apache License 2.0)

HEX #E9FC00
RGB 233 / 252 / 0

ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ
abcdefghijklmnopqrstuvwxyz
0123456789 — & @ # % ? !

Regular 400 Pantone 396 C · CMYK 8 0 100 0
Medium 500 Pantone 396 C · CMYK 8 0 100 0

Roboto Mono aparece nos dados, labels e informações técnicas do sistema. Sua largura fixa cria ritmo visual em tabelas e especificações — é a fonte que faz os números parecerem precisos.

Web-safe fallbacks

Web-safe fallbacks

Neue Haas Grotesk

Neue Haas Grotesk DisplayHelvetica NeueArial

Inter

InterHelvetica NeueArial

Roboto Mono

Roboto MonoSF MonoMenlomonospace

VCR OSD Mono

VCR OSD MonoRoboto Mono 700

Último recurso — manter peso forte

Fontes extras

Algumas fontes não google que podem ser usadas pela equipe de design da marca em situações específicas.

01

Impact

A fonte do logo ANTI. Deve ser usada de forma pontual e exclusivamente pela equipe interna — o uso frequente compromete a diferenciação da marca.

Anti

Pesos 400
Licença Fonte do sistema
Origem Windows / macOS

02

Trixy

Fonte da campanha de lançamento "Mande os Bancos Tradicionais pro Inferno". Pode voltar ao material como easter egg — uso exclusivo da equipe interna.

Hell

Estilos Stories: Regular, Medium, SemiBold
Tales: Light, Regular
Licença Uso interno
Origem assets/TRIXY

03

VCR OSD Mono

Parte da identidade visual da DUX. Pode ser usada na ANTI como storytelling visual que conecta as duas marcas.

We are DUX

Pesos 400
Licença Free for use
Origem assets/fonts

Linguagem fotográfica

A imagem da ANTI trata a atitude e o sentimento como protagonistas, sem sorriso comercial de stock images. Lugar real, luz e composição como decisão visível, textura muito bem-vinda. A iconografia de banco e fintech genérica (pessoa sorrindo com celular, mão sobre laptop, iluminação par sem sombra) não é o caminho. Inspiração forte e direta em fotografia de música e moda.

#fashioneditorial #bandpromo #streetportrait #filmphotography #musicphotography #cinematicportrait #lynchianphotography
01 / 05

Presença, não apenas simpatia.

Nem sempre sorrindo, às vezes sério, irônico, contemplativo ou desafiante.

O que isso significa

Fugir da fotografia clássica de stock photo que permeia todos os bancos, fintechs e afins. O rosto e a postura falam antes da legenda.

02 / 05

Lugar real como personagem.

Rua, livraria, metrô, bar, sala com amplificador, backstage.

O que isso significa

Onde a economia criativa acontece. Nunca cenário aspiracional genérico — o ambiente carrega a narrativa tanto quanto a pessoa enquadrada.

03 / 05

Composição editorial e variação de ângulos e lentes.

Fisheye, ângulos variados, simetria, enquadramento que usa o ambiente como moldura.

O que isso significa

Brincar com as sombras ou reflexos. A imagem é construída, uma pitada de fotografia de arte. Não existe o ângulo "padrão".

04 / 05

Textura é MUITO bem-vinda.

Grão de filme, distorção de lente, riscos de chuva no vidro, flash, marcas de sticker, parede com história.

O que isso significa

A imagem não é higienizada nem retocada à perfeição plástica. Imperfeição visual é sinal de autenticidade — não de descuido.

05 / 05

Surrealismo, MTV e Inteligência Artificial.

Anti não engana. Nunca devemos criar material com IA e tentar enganar nossos espectadores de que aquele vídeo foi filmado.

O que isso significa

Para isso a relação visual com IA em vídeo deve buscar o surrealismo, criando uma imagética onde o sentimento principal vai ser "isso só seria possível com IA, e tudo bem". A referência nonsense das vinhetas da MTV pode guiar o processo aqui.

Elementos visuais

Recursos gráficos que ampliam a marca além do logo. Cada elemento carrega uma lógica própria e pode funcionar de forma autônoma dentro do ecossistema ANTI.

O smile como máscara

O smile é aplicado como máscara em cima de fotografias. Cobre o rosto e substitui o sujeito pelo símbolo da marca. Quem aparece na imagem vira parte do @sejaanti em vez de uma identidade individual. O movimento funciona assim: qualquer pessoa que vista o smile entra. A foto deixa de ser sobre quem está embaixo da máscara e passa a ser sobre a posição que essa pessoa decidiu ocupar. O personagem existe independentemente de quem está embaixo dele.

Os 4 olhos

O smile da ANTI tem quatro olhos. Quando esse mesmo recurso é aplicado fora do logo, o gesto é simples: pega uma imagem existente — foto, obra clássica, referência cultural — e adiciona mais um par de olhos onde já existe um. Os quatro olhos somam: a imagem original continua reconhecível, mas marcada pela nossa assinatura.

Mande os Bancos Tradicionais pro Inferno

Na campanha de lançamento: Mande os Bancos Tradicionais pro Inferno, embalamos os objetos mais clássicos do sistema financeiro tradicional e enviamos para a cidade de Hell, Michigan. Alguns dos elementos dessa campanha, bem como o conceito de atear fogo (metaforicamente?) no sistema vigente vão permanecer na marca e podem ser usados no contexto certo. Nós da Anti entendemos que a campanha de lançamento sempre vai fazer parte da nossa história e usar alguns conceitos dela pra se autorreferenciar sempre vai fazer sentido.

Dos & Don'ts

Referências práticas do que funciona e do que foge da identidade ANTI.
Use como guia rápido antes de aprovar qualquer peça.

01

Não use cores fora da paleta

Sempre respeite a paleta oficial e as combinações aprovadas.

Certo

×Errado

02

Não distorça o logo

Esticar ou comprimir quebra as proporções. Sempre escale de forma proporcional, mesmo quando preocupado com o equilíbrio do quadro.

Certo

×Errado

03

Não adicione efeitos

Sombras, gradientes e glows comprometem a limpeza.

Certo

×Errado

04

Respeite o tamanho mínimo

Em tamanhos muito pequenos os detalhes do smile desaparecem. Respeite as regras definidas na seção de "comportamento por tamanho".

Certo

×Errado

05

Não aperte o espaço

O logo precisa de respiro. Elementos colados comprometem a leitura e poluem a marca. Respeite as regras definidas na seção de "área de respiro".

Certo

×Errado

06

Não mexa nos elementos

Mantenha os elementos oficiais do logo como estão, mudanças podem atrapalhar o equilíbrio do desenho.

Certo

×Errado

In Use

A marca em movimento — aplicações reais que mostram a identidade ANTI funcionando no mundo.

We Are DUX

Esta seção aborda a relação entre ANTI e o Grupo DUX: arquitetura de marca, elementos visuais compartilhados e diretrizes de coexistência entre as marcas do grupo.